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Banco de referências continuamente alimentado para o estudo de análises de correspondência múltipla (ACM) e de análise geométrica de dados (AGD).


Referências que trazem exemplos e explicações sobre seu uso, suas implicações filosóficas e diferenças com outros métodos estatísticos.

1." Ainda que não haja regra precisa para definir o número de casos e que pesquisas conhecidas tenham sido feitas com baixos efetivos – vide Bourdieu (1999) –, existem controvérsias a esse respeito, sobretudo dada a discussão acerca do efeito de baixos efetivos de respondentes por modalidades na criação de distorções, tema que será abordado adiante. Com o objetivo de minimizar tais distorções, Giovanni Di Franco (2016), por exemplo, propõe que o número mínimo de casos seja definido em função do número de modalidades ativas, com a sugestão de adoção de vinte casos para cada modalidade ativa... Cabe ressaltar que a interpretação oferecida pelas ACMs é essencialmente decorrente da descrição e interpretação dos mapas e tem por princípio a não atribuição de independência a variáveis, por julgar os fenômenos da vida social como complexos e imbricados. Nesse sentido, privilegia as ideias de afinidade e predição e a construção de tipologias em lugar da busca de causas unidirecionais".
In: KLÜGER, E. Análise de correspondências múltiplas: fundamentos, elaboração e interpretação. BIB - Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, [S. l.], n. 86, p. 68–97, 2018. Disponível em: https://bibanpocs.emnuvens.com.br/revista/article/view/452. Acesso em: 7 nov. 2024.


2. MASSI, L.; APARECIDO ALVES MORIS, C. H. .; CASELLATO, F. .; MONTEIRO NASCIMENTO, M. .; AGOSTINI, G. ACM e o campo de Bourdieu: : contribuições de pesquisas empíricas e estatísticas . BIB - Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais[S. l.], n. 99, 2023. Disponível em: https://bibanpocs.emnuvens.com.br/revista/article/view/612. Acesso em: 7 nov. 2024


3. DUVAL, Julien. L’analyse des correspondances et la construction des champs. Actes de la recherche en sciences sociales, n. 5, p. 110-123, 2013.. Disponível em: https://shs.cairn.info/revue-actes-de-la-recherche-en-sciences-sociales-2013-5-page-110?lang=fr. Acesso em: 7 nov. 2024.

4. BOURDIEU, Pierre. Uma revolução conservadora na edição. Política & Sociedade, v. 17, n. 39, p. 198-249, 2018. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/politica/article/view/2175-7984.2017v17n39p198.

5. Disciplina: Análise Multivariada I
Prof. Dr. Admir Antonio Betarelli Junior. AULA 1. 1 ANÁLISE MULTIVARIADA

6. SAINZ, N. G.; CODATO, A. N.; GABRIEL, G. dos S. Análise de Correspondência Múltipla: impasses metodológicos no estudo das carreiras dos vice-presidentes da República (1891-2018). In: CONGRESSO BRASILEIRO DE SOCIOLOGIA. 2021. p. 1-20. Disponível: https://www.researchgate.net/profile/Adriano-Codato/publication/353103263_Analise_de_Correspondencia_Multipla_impasses_metodologicos_no_estudo_das_carreiras_dos_vice-presidentes_da_Republica_1891-2018/links/60e732b31c28af345855e3ff/Analise-de-Correspondencia-Multipla-impasses-metodologicos-no-estudo-das-carreiras-dos-vice-presidentes-da-Republica-1891-2018.pdf

7. “Metodologicamente, acho que há várias questões interessantes sobre a reflexividade em Bourdieu e como ela acontece na prática. Mesmo no nível da técnica eu já disse, de maneira um pouco maldosa, que as pessoas que entendem Bourdieu não conseguem fazer análise de correspondências múltiplas (ACM – um método para demonstrar relações múltiplas numa amostra), e as pessoas que conseguem fazer ACM não entendem Bourdieu. O próprio Bourdieu não conseguia “fazer” ACM, ele contratava outras pessoas para fazê-la para ele. Há muitas técnicas que precisam ser utilizadas, porque muitas pesquisas que se propõem bourdieusianas são muito fracas metodologicamente e tornam-se uma espécie de etnografia frouxa. Precisamos ser mais rigorosos com os métodos, e há métodos disponíveis – não sou perito em modelagem de jeito nenhum, mas esse lado das coisas precisa ser bastante desenvolvido. Mas mesmo na ACM, quando a utilizamos, sua base normalmente é um questionário, e assim que adotam um questionário, os pesquisadores já estão construindo o objeto de pesquisa à sua própria imagem, por assim dizer. Isso também acontecia com Bourdieu. Brigitte Le Roux, que trabalhou com Bourdieu numa ACM sobre editoras, uma vez disse: “era fantástico, Bourdieu simplesmente desenhou o campo para mim e depois que fizemos todas as análises era exatamente o que ele desenhou”. In: 
RIBEIRO, Fabio. Distinções na filosofia de Bourdieu: uma entrevista com Michael Grenfell. Tematicas, Campinas, SP, v. 31, n. 62, p. 284–320, 2023. DOI: 10.20396/tematicas.v31i62.18487. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/tematicas/article/view/18487. Acesso em: 7 nov. 2024.

8. SBS. Metodológicas, Jackson Aquino. A pesquisa com R em sociologia.

9. Bertoncelo, Edison Ricardo. O espaço das classes sociais no Brasil. Tempo Social [online]. 2016, v. 28, n. 2 [Acessado 7 Novembro 2024], pp. 73-104. Disponível em: <https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2016.110534>. ISSN 1809-4554. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2016.110534.

10. LEBARON, Frédéric; LE ROUX, Brigitte. Géométrie du champ. Actes de la recherche en sciences sociales, n. 5, p. 106-109, 2013. Disponível: https://shs.cairn.info/revue-actes-de-la-recherche-en-sciences-sociales-2013-5-page-106?lang=fr

11. Di, Zhu. A CLASSE MÉDIA CHINESA E SEUS PADRÕES DE CONSUMO. Sociologia & Antropologia [online]. 2012, v. 2, n. 3 [Acessado 7 Novembro 2024], pp. 203-235. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/2238-38752012v239>. ISSN 2238-3875. https://doi.org/10.1590/2238-38752012v239.

12. Slides sobre análise de correspondência no Google. Clique aqui.

13. BERTONCELO, Edison. O uso da Análise de Correspondências Múltiplas nas Ciências Sociais: possibilidades de aplicação e exemplos empíricos. encontRo anuaL da anpocs, v. 40, p. 1-25, 2016. Disponível: 

14. BERTONCELO. Aula sobre análise de correspondência múltipla no YouTube.

15. SILVA, Márcio Rogério. Análise de trajetória social de dirigentes de bancos centrais: Uma análise comparativa utilizando o pacote factominer. Revista do Seminário Internacional de Estatística com R, v. 3, n. 1, 2018. Disponível: 

16. DANTAS, Eric Gil; CODATO, Adriano; PERISSINOTTO, Renato. Perfil dos diretores do Banco Central do Brasil nos governos Cardoso, Lula e Dilma. Observatório de Elites Políticas e Sociais do Brasil, Texto para Discussão, 2014. Disponível: https://www.academia.edu/download/36195579/wp_-_observatory_n.10_2014.pdf

17. Klüger, Elisa. Espaço social e redes: contribuições metodológicas à sociologia das elites. Tempo Social [online]. 2017, v. 29, n. 3 [Acessado 7 Novembro 2024], pp. 83-110. Disponível em: <https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2017.125961>. ISSN 1809-4554. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2017.125961.

18.“Primeiro, se o objeto for construído corretamente, o mca torna possível descobrir as estruturas de capital em um dado espaço ou um campo potencial. A interpretação relacional dos resultados também é compatível com o relacionalismo metodológico de Bourdieu. E pela exploração das associações entre variáveis ativas e suplementares, pode-se também analisar as relações entre as estruturas no espaço social, as estruturas em um dado campo e as estruturas no espaço de tomada de posição. Além disso, com a integração do mca e da análise de variância, pioneira de Brigitte Le Roux e do falecido Henry Rouanet (2010), as oposições internas em um dado grupo ou uma dada posição de campo podem ser examinadas de maneiras muito detalhadas. Com o risco de exagerar, pode-se até mesmo alegar que ele também permite uma análise do “habitus clivé” – hipótese que outros métodos não podem, ou pelo menos não tão facilmente, fazer. Para mim, o MCA mostra claramente por que a estatística não deve ser “a ciência das médias”, mas sim “a ciência da variação”, como foi descrita a diferença entre a visão gaussiana e galtoniana sobre estatística”. In:  NETTO, Michel Nicolau; BERTONCELO, Edison; RIBEIRO, Fábio. Entrevista com Johannes Hjellbrekke. Tempo Social, v. 34, n. 2, p. 189-194, 2022.

19. LE ROUX, Brigitte; BIENAISE, Solène; DURAND, Jean-Luc. Combinatorial inference in geometric data analysis. Chapman and Hall/CRC, 2019. 

20. GREENACRE, Michael. La práctica del análisis de correspondencias. Fundación bbva, 2008.

21. TIMANS, Rob; HEILBRON, Johan. Degrees of transnationalization: the case of the Dutch business elite. In: New directions in elite studies. Routledge, 2017. p. 46-72.

22. HJELLBREKKE, Johs; KORSNES, Olav. A place at what table?: An analysis of symbolic capital hierarchies at the annual dinner of Norges Bank (the Norwegian central bank). In: New Directions in Elite Studies. Routledge, 2017. p. 93-112.

23. “No ressurgimento dos estudos de elite, o cientista social francês Pierre Bourdieu ocupa uma posição crucial. Bourdieu, que foi treinado em filosofia, fez trabalho de campo antropológico na Argélia e empreendeu uma grande variedade de estudos empíricos, desenvolveu uma abordagem distinta e cada vez mais influente para questões de poder e formação de elite. Começando na década de 1960, ele conceituou a questão das relações de poder ampliando e diferenciando a noção de capital, insistindo na importância particular do capital cultural, social e simbólico (Bourdieu 1986). A diferenciação de recursos levou Bourdieu em seu clássico Distinction (or. 1979/tr. 1984) a uma análise tridimensional do espaço social e das classes sociais. As posições no espaço social são baseadas na quantidade total de capital que os agentes possuem, na composição de seu capital (mais econômico, mas menos capital cultural, ou o contrário) e em sua trajetória social. O mapeamento de práticas sociais e gostos mostra que eles são homólogos à estrutura social multidimensional conceituada dessa maneira (para trabalhos recentes, ver Coulangeon e Duval 2014)”.
“A maneira como os agentes acumulam seus recursos, de acordo com Bourdieu, é guiada não pelo cálculo racional, como os economistas assumem, mas por disposições que são socialmente herdadas e adquiridas. Essas disposições têm várias dimensões, são específicas de classe e gênero e, em sociedades avançadas, são organizadas em uma variedade de campos relativamente autônomos. Os campos são domínios de luta por interesses específicos e são caracterizados pela distribuição desigual de recursos e pelas relações resultantes de poder e dominação. Bourdieu, portanto, dissecou estruturas de poder específicas de campo, entre outros, nos campos religioso, cultural, econômico e acadêmico (para uma visão geral introdutória, veja Bourdieu e Wacquant 1992). Ao mesmo tempo, ele conceituou a estrutura de poder do espaço social como um todo. O que Marx concebeu como a "classe dominante" e Mills como a "elite do poder" foi realocado por Bourdieu em um universo social específico: o campo do poder. Neste espaço social em particular, agentes e instituições com uma quantidade suficiente de capital para ocupar posições dominantes em seu campo de origem (os campos econômico, político, acadêmico, etc.) se confrontam para a imposição do “princípio dominante de dominação”. Para o caso francês, Bourdieu demonstrou que existe uma homologia entre o campo do poder e o campo das escolas de elite, as grandes écoles (Bourdieu 1996). Para mapear as estruturas de campo, Bourdieu usou métodos estatísticos particulares, análise de correspondência (múltipla), ou MCA (Le Roux e Rouanet 2010; Lebaron e Leroux 2015), que ele considerou particularmente adequados para analisar relações sociais, mas que não são bem conhecidos fora da França. Na tradição dominante baseada em regressão que Andrew Abbott (2004) rotulou de “Análise Causal Padrão” (SCA), o objetivo principal é isolar os efeitos que cada uma das variáveis “independentes” tem sobre uma variável “dependente”. Em uma MCA, o foco está em descobrir as relações latentes entre variáveis e entre suas categorias, e resumir essas estruturas geometricamente. Na análise geométrica de dados (GDA), a ênfase também está em analisar e visualizar a dispersão e concentração dos indivíduos, mais frequentemente apresentadas em um ou mais planos fatoriais (Le Roux e Rouanet 2004)”. InKORSNES, Olav et al. (Ed.). New directions in elite studies. Abingdon: Routledge, 2018.

24. Elites in Denmark. Ellersgaard

25. HEINZ, Flávio; CODATO, Adriano. A prosopografia explicada para cientistas políticos. Como estudar elites. Editora UFPR, 2015. Disponível: //www.researchgate.net/publication/301503785

26. BERTONCELO, Edison. Construindo espaços relacionais com a análise de correspondências múltiplas: aplicações nas ciências sociais. 2022. Disponível: https://repositorio.enap.gov.br/handle/1/7253.

27. DUVAL, Julien. O espaço do jornalismo econômico na França. Plural, São Paulo, Brasil, v. 27, n. 2, p. 355–376, 2024. DOI: 10.11606/issn.2176-8099.pcso.2020.161884. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/plural/article/view/161884.. Acesso em: 7 nov. 2024.

27. DUVAL, Julien. Sociologia e estatística de Auguste Comte a Pierre Bourdieu: uma tradição francesa?. Revista Brasileira de Sociologia - RBS, [S. l.], v. 12, p. e-rbs.1002, 2024. DOI: 10.20336/rbs.1002. Disponível em: https://rbs.sbsociologia.com.br/rbs/article/view/1002. Acesso em: 7 nov. 2024.

28. FILHO, Dalson Britto FIGUEIREDO et al. Análise de componentes principais para construção de indicadores sociais. Rev. Bras. Biom, v. 31, n. 1, p. 61-78, 2013. Disponível: http://www.gcpp.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Figueiredo-Filho-e-et-al-An%C3%A1lise-de-componentes-principais-para-constru%C3%A7%C3%A3o-de-indicadores..pdf

29. FIGUEIREDO, Dalson et al. Metodologias de pesquisa em ciência política: uma breve introdução. BIB-Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, n. 94, 2021. https://bibanpocs.emnuvens.com.br/revista/article/view/175

30. Gisèle Sapiro. Champ. https://www.politika.io/en/article/field

31. Julien Duval. Análise de Correspondência Múltipla. https://www.politika.io/fr/article/analyse-correspondances-multiples

32. IZUMI, Maurício; MOREIRA, Davi. O texto como dado: desafios e oportunidades para as ciências sociais. BIB-Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, n. 86, p. 138-174, 2018.

33. "o uso do
webscraping na pesquisa em sociologia constitui uma das mais poderosas ferramentas para a obtenção de dados acerca da sociedade pois cada vez mais partes significativas dos “materiais” de que somos feitos – predileções e aversões, felicidades e sofrimentos, atos de linguagem e expressões de afetos além de música, filmes, livros, etc. – estarão disponíveis online".
"Com o ATLAS.ti é possível codificar11 livros, artigos, entrevistas, músicas, filmes,
quadros, fotos, websites, em suma, praticamente todo e qualquer material de pesquisa e/ou trabalho nos mais diversos campos ou áreas. Tudo isto é possível, obviamente, desde que estes materiais tenham sua origem em dispositivos digitais ou tenham sido convertidos para o formato digital. O ATLAS.ti faz parte de uma classe de aplicativos agrupados sob o nome de CAQDAS, acrônimo de língua inglesa Computer Assisted Qualitative Data Analysis ou Análises de Dados Qualitativos auxiliada por Computador. Embora esteja descrito deste modo, o ATLAS.ti não se restringe às “análises qualitativas”, podendo gerar planilhas com frequência de códigos e contagem de palavras por documentos, sendo mais adequado considerá-lo uma plataforma para os denomina métodos mistos de pesquisa (CRESWELL; CLARK, 2015)... É indispensável sublinhar que o ATLAS.ti não substitui, em hipótese alguma, o trabalho do pesquisador... Todo esse procedimento de atribuição de códigos ou codificação constitui um procedimento fundamentalmente hermenêutico.
In: NASCIMENTO, Leonardo Fernandes. Combinando webscraping em R e ATLAS. ti na pesquisa em ciências sociais: as possibilidades e desafios da sociologia digital. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE SOCIOLOGIA. 2017. p. 2-17.

34. Text as Data para Ciências Sociais
guia prático com aplicações
Davi Moreira
Criado em 02-08-2019. Atualizado em: 09-09-2020. Link.

35. "Depois de ler este tutorial, deve ser possível:
• Saber o que é a CA e para que é usada.
• Saber como executar a CA usando o pacote FactoMineR do R.
• Descrever com exatidão os resultados de uma CA". 
In: Ryan Deschamps. Análise de Correspondência para Pesquisa Histórica com R. Link.

36. ANÁLISE DE CORRESPONDÊNCIA MÚLTIPLA, IBM. Link.

37. ANÁLISE DE CORRESPONDÊNCIA. Material preparado pelo Prof. Dr. César Gonçalves de Lima – FZEA/USP. Link.

38. Sobre ACM no site do R: 
https://cran.r-project.org/web/packages/ca/index.html. Autoria: Michael Greenacre [aut], Oleg Nenadic [aut, cre], Michael Friendly [ctb].

39. Datacamp : "A análise de correspondência fornece um método gráfico para explorar a relação entre as variáveis em uma tabela de contingência. Há muitas opções para análise de correspondência no R. Eu recomendo o programa ca de Nenadic e Greenacre, pois ele oferece suporte a pontos suplementares, análises de subconjuntos e gráficos abrangentes. Você pode obter o pacote aqui".

40. Oleg Nenadic, Michael Greenacre. Correspondence Analysis in R, with Two- and Three-dimensional Graphics: The ca Package. DOI:10.18637/jss.v020.i03


41. Breve Introdução à Análise de Correspondência.
Aprenda os passos básicos para rodar uma AnaCor no R. Link.

42. Damásio, B. (2021, 2 de junho). O que é análise de correspondência? Blog Psicometria Online. Link: https://www.blog.psicometriaonline.com.br/analise-de-correspondencia/ 


43. Katherine Faust (2005) “Using Correspondence Analysis for Joint Displays of Affiliation Network” in Models and Methods in Social Network Analysis eds. Peter J. Carrington, John Scott and Stanley Wasserman. 


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